'id', 'hide_empty' => false, ); $tax_terms = get_terms($tax, $targs); //list everything if ($tax_terms) { foreach ($tax_terms as $tax_term) { $args=array( 'post_type' => $post_type, "$tax" => $tax_term->slug, 'post_status' => 'publish', 'posts_per_page' => -1, 'caller_get_posts'=> 1, 'order' => 'ASC', ); $my_query = null; $my_query = new WP_Query($args); if( $my_query->have_posts() ) {?>

name; ?>

have_posts()) : $my_query->the_post(); ?>
 

Carapeços

Quinta de Carapeços

Inserida na Região dos Vinhos Verdes, mais precisamente no concelho de Amarante – terra de Pascoaes e de Souza Cardoso, a Quinta de Carapeços é conhecida pela sua beleza natural, bem como pela qualidade e singularidade dos seus Vinhos Brancos, Tintos, Rosés, Espumantes e Colheita Tardia que ao longo dos anos ganharam inúmeros Prémios e obtiveram reconhecimento por parte de Críticos e Apreciadores de Vinho.

Nesta Quinta conjuga-se tradição e modernidade,  sempre com respeito pelo que a natureza oferece e, também, por uma grande máxima: não há duas colheitas iguais.

História

A primeira referência feita à Quinta de Carapeços diz respeito a 1338, ano em que uma filha de Martim Carvalho, Cavaleiro de Basto, casou com, João de Carapeços, assim chamado por ser o Senhor da Quinta com o mesmo nome.

Em 1351, a propriedade foi vendida e, já no início do séc. XVII, passou a pertencer ao Mosteiro de São Salvador de Travanca, o qual fora fundado em meados do séc. XII pelos monges Beneditinos.

Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, a quinta foi vendida, tendo sido o anterior proprietário um descendente do mencionado Martim Carvalho.

Advogado de profissão, Miguel Pereira de Abreu, sempre teve uma enorme paixão pelo mundo vitivinícola, fruto da ancestral ligação da sua família a propriedades agrícolas situadas nos concelhos de Amarante, Felgueiras e Penafiel.

Respondendo às enormes transformações operadas no mundo rural desde as décadas de 60/70 do século passado, procedeu a uma profunda reformulação da exploração das suas terras, focando-se, inicialmente, na produção de uvas de primeira qualidade.

Para tal, reconverteu a totalidade da área agrícola, através da criação de
plataformas para o plantio de vinha em bardo (assim substituindo as tradicionais ramadas) e a introdução de castas melhor adaptadas às condições do «terroir».

Foi pioneiro na introdução da casta Alvarinho fora da sub-região de Melgaço-Monção.

Já no início deste século e após a instalação de uma adega equipada com as mais actuais tecnologias disponíveis, é lançada no mercado a marca «QUINTA de CARAPEÇOS», seguindo-se, mais recentemente, a marca «EIRA dos MOUROS», esta associada a uma linha de entrada de gama.

A Quinta produz vinhos Brancos, Rosés, Tintos, Espumantes e Colheita Tardia de altíssima qualidade que ao longo dos anos mereceram a atribuição de inúmeros Prémios a nível nacional e internacional.